Sagração Humana
(Luh Reghina)
Rappers criticam a desigualdade social,
a cama de ozônio e a aquecimento global.
Desemprego,
desigualdades,
miséria mundial.
Desenvolvimento sustentável,
ignorância - quase geral!
Corruptos na política,
fome nacional,
água acabando,´
planeta incendiando,
guerras acontecendo,
Homem esquecendo - que é humano!
Seres desumanos,
que matam por nada,
cuecas com dólares,
segregação da espécie,
miséria humana.
Pouca crença na vida que expira,
com a bala perdida.
Sonhos interrompidos.
Crianças já não riem.
E a poesia?
A poesia foge à voz do seu criador.
sábado, 7 de maio de 2011
Única Chance - autoria Luh Reghina
Única Chance
(Luh Reghina)
A vida é curta, aproveite ao máximo.
Às vezes é longa, saiba agradecer.
Tem horas boas, deguste.
Outras ruins, aprenda com elas.
Momentos prazerosos, ame.
Momentos enganosos, esqueça.
Abraços calorosos, acolha.
Silêncio, medite.
A vida é curta, creia em Deus.
Tem cores, pinte.
Aromas, sinta.
Palavras que confortam, ouça.
Emoções que duram uma eternidade...
A vida é tudo!
A vida é o nada!
É o vai e vem diário,
de lutas e pedras,
amor e esperança.
A vida é o ponto de partida
e de chegada.
É sabedoria,
momento de ouvir,
desculpar,
perdoar,
amar e crer
em Deus que lhe dá essa única chance.
A vida é assim...
(Luh Reghina)
A vida é curta, aproveite ao máximo.
Às vezes é longa, saiba agradecer.
Tem horas boas, deguste.
Outras ruins, aprenda com elas.
Momentos prazerosos, ame.
Momentos enganosos, esqueça.
Abraços calorosos, acolha.
Silêncio, medite.
A vida é curta, creia em Deus.
Tem cores, pinte.
Aromas, sinta.
Palavras que confortam, ouça.
Emoções que duram uma eternidade...
A vida é tudo!
A vida é o nada!
É o vai e vem diário,
de lutas e pedras,
amor e esperança.
A vida é o ponto de partida
e de chegada.
É sabedoria,
momento de ouvir,
desculpar,
perdoar,
amar e crer
em Deus que lhe dá essa única chance.
A vida é assim...
segunda-feira, 21 de março de 2011
DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 8 DE MARÇO
História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
Conquistas das Mulheres Brasileiras
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
Marcos e Conquistas das Mulheres na História
1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
1859 - Surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 - Durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1865 - Na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
1874 - Criada no Japão a primeira escola normal para moças
1878 - Criada na Rússia uma Universidade Feminina
1901 - O deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres
Fonte: http://www.suapesquisa.com/
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
Conquistas das Mulheres Brasileiras
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
Marcos e Conquistas das Mulheres na História
1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
1859 - Surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 - Durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1865 - Na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
1874 - Criada no Japão a primeira escola normal para moças
1878 - Criada na Rússia uma Universidade Feminina
1901 - O deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres
Fonte: http://www.suapesquisa.com/
Estudantes tiveram em 2010 nível de aprendizagem semelhante ao de 2008
Mídia aponta baixos índices na educação paulista. Os índices do IDESP e os resultados do SARESP ainda não foram publicados pela Secretaria do Estado da Educação de São Paulo, mas por atrás dos bastidores há murmúrios de que muito ainda há de melhorar.
Leia na íntegra a matéria publicada pela Folha de São Paulo.
Nota de aluno em exame do Estado recua dois anos
19/03/2011
Folha de S. Paulo – 19/03/2011
Estudantes tiveram em 2010 nível de aprendizagem semelhante ao de 2008
Dados são do Saresp, que avalia matemática e português na rede pública; só alunos do 5º ano tiveram avanço
TALITA BEDINELLI
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
Alunos que terminaram os ensinos fundamental e médio na rede estadual em 2010 tinham um nível de aprendizagem igual ou até pior que os formandos de dois anos antes -patamar que já representava grande defasagem.
A conclusão é baseada em dados do Saresp, exame do governo paulista que avalia o conhecimento de matemática e de português de estudantes da rede, divulgados ontem. A Folha adiantou o resultado geral ontem.
A pior situação foi em português no 9º ano do fundamental. No ano passado, a nota média (229,2) foi menor do que a de 2007 (242,6). A escala vai a 500 pontos.
Isso significa dizer que esse estudante estava quase quatro anos defasado -em 2010, tinha nível apenas pouco superior do que os especialistas esperam para um aluno do 5º ano (200 pontos).
No ensino médio, os estudantes do ano passado tiveram na disciplina um desempenho pior que os de 2008. O mesmo ocorreu nas duas séries no teste de matemática.
O único sinal de melhora foi no 5º ano do fundamental. Em matemática, as médias têm crescido desde 2007: de 182,5 para 204,6. Em português, a situação evoluiu nos últimos anos, mas ficou estável de 2009 a 2010.
“Pelo que a secretaria mobilizou de recursos para elevar esses resultados nos últimos anos, era de se esperar que as notas subissem, o que não ocorreu”, diz o professor da Faculdade de Educação da USP Ocimar Alavarse.
Ao contrário do que houve nos outros anos, os dados do Saresp não foram apresentados em uma entrevista coletiva. A secretaria divulgou um e-mail com as informações.
Nele, o secretário Herman Voorwald, que assumiu neste ano a pasta, diz que “não há como dissociar essa variação negativa do Saresp de 2009 para 2010 da necessidade de mais professores efetivos na rede estadual. A rotatividade de professores é prejudicial ao aprendizado dos alunos”.
O órgão diz que vai contratar mais 25 mil professores já aprovados em concurso.
Para a presidente da Apeoesp (sindicato dos professores), Maria Izabel Noronha, a grande falta de professores em 2010 ajuda a explicar esses resultados. No ano passado, lei estadual dificultou a contratação de temporários, que costumam cobrir a falta de docentes efetivos.
Na época, a Folha mostrou que a medida, alterada neste ano, fez algumas turmas ficarem até seis meses sem aulas em certas disciplinas.
As notas do Saresp ajudam a compor o Idesp, índice usado pelo governo paulista para bonificar professores de escolas que mais evoluíram.
Leia na íntegra a matéria publicada pela Folha de São Paulo.
Nota de aluno em exame do Estado recua dois anos
19/03/2011
Folha de S. Paulo – 19/03/2011
Estudantes tiveram em 2010 nível de aprendizagem semelhante ao de 2008
Dados são do Saresp, que avalia matemática e português na rede pública; só alunos do 5º ano tiveram avanço
TALITA BEDINELLI
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
Alunos que terminaram os ensinos fundamental e médio na rede estadual em 2010 tinham um nível de aprendizagem igual ou até pior que os formandos de dois anos antes -patamar que já representava grande defasagem.
A conclusão é baseada em dados do Saresp, exame do governo paulista que avalia o conhecimento de matemática e de português de estudantes da rede, divulgados ontem. A Folha adiantou o resultado geral ontem.
A pior situação foi em português no 9º ano do fundamental. No ano passado, a nota média (229,2) foi menor do que a de 2007 (242,6). A escala vai a 500 pontos.
Isso significa dizer que esse estudante estava quase quatro anos defasado -em 2010, tinha nível apenas pouco superior do que os especialistas esperam para um aluno do 5º ano (200 pontos).
No ensino médio, os estudantes do ano passado tiveram na disciplina um desempenho pior que os de 2008. O mesmo ocorreu nas duas séries no teste de matemática.
O único sinal de melhora foi no 5º ano do fundamental. Em matemática, as médias têm crescido desde 2007: de 182,5 para 204,6. Em português, a situação evoluiu nos últimos anos, mas ficou estável de 2009 a 2010.
“Pelo que a secretaria mobilizou de recursos para elevar esses resultados nos últimos anos, era de se esperar que as notas subissem, o que não ocorreu”, diz o professor da Faculdade de Educação da USP Ocimar Alavarse.
Ao contrário do que houve nos outros anos, os dados do Saresp não foram apresentados em uma entrevista coletiva. A secretaria divulgou um e-mail com as informações.
Nele, o secretário Herman Voorwald, que assumiu neste ano a pasta, diz que “não há como dissociar essa variação negativa do Saresp de 2009 para 2010 da necessidade de mais professores efetivos na rede estadual. A rotatividade de professores é prejudicial ao aprendizado dos alunos”.
O órgão diz que vai contratar mais 25 mil professores já aprovados em concurso.
Para a presidente da Apeoesp (sindicato dos professores), Maria Izabel Noronha, a grande falta de professores em 2010 ajuda a explicar esses resultados. No ano passado, lei estadual dificultou a contratação de temporários, que costumam cobrir a falta de docentes efetivos.
Na época, a Folha mostrou que a medida, alterada neste ano, fez algumas turmas ficarem até seis meses sem aulas em certas disciplinas.
As notas do Saresp ajudam a compor o Idesp, índice usado pelo governo paulista para bonificar professores de escolas que mais evoluíram.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
1 de janeiro
Toda nova era suscita nos homens expectativas e temores, mas sobretudo esperanças de virem a experimentar relações mais justas e fraternas. Ou seja, baseadas na partilha, na comunhão e em um espírito mais cooperativo.
Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.
Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.
Muitas nações ainda lutam entre si.
Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.
Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.
Diálogo entre as civilizações
O Ano de 2001 foi considerado pela Organização das Nações Unidas como o "Ano Internacional do diálogo entre as civilizações". A escolha deste tema justo no início do novo século foi de fundamental importância porque apontou para a urgência de todos os povos do mundo abrirem caminhos para uma cultura da paz.
O objetivo dessa escolha da ONU - que atua como um centro para a solução dos problemas que a humanidade enfrenta - é o de promover o diálogo e a tolerância usando o tema de que a diversidade não é uma ameaça.
São essas as palavras de Kofi Annan (o atual secretário geral da ONU), em relação a essa escolha, para quem a ONU é o lugar próprio e ideal de confraternização, já que é um fórum onde o diálogo deve fluir e frutificar: "Eu vejo que o diálogo é a chance para as pessoas de diferentes culturas e tradições se conhecerem melhor, estejam elas em lados opostos do mundo ou de uma mesma rua".
2004
O Ano Internacional do Arroz Ao declarar 2004 o Ano Internacional do Arroz (AIA), a Organização das Nações Unidas (ONU) pretende estimular o aumento da produção desse alimento vital para mais da metade da população mundial.
O arroz é um alimento de extrema importância na luta contra a fome, além de ser um símbolo de identidade cultural e de união entre os povos. Afinal, quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo compartilham das tradições relacionadas a esse produto.
No sudeste da Ásia, muitos agricultores ainda comparam o grão de arroz a uma pepita de ouro!
No Japão, ele é considerado um autêntico símbolo da cultura nacional.
Na África Ocidental, as boas-vindas aos convidados são feitas com pratos de arroz preparados especialmente para eles.
Enfim, o arroz é cultivado por diversos povos e é alimento diário para muitas pessoas, além de estar presente em festas religiosas, banquetes de casamento, em pinturas e nas letras de canções populares.
Por tudo isso, o arroz é muito mais que um simples alimento. É sociedade, cultura, política, negócio e comunhão. Em outras palavras: arroz é vida.
A produção do arroz no Brasil Tendo em vista que 2004 foi escolhido pela ONU para ser O Ano Internacional do Arroz, bem como a declaração do diretor geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, de que a produção desse alimento no mundo enfrenta graves obstáculos , resolvemos dar uma olhada na publicação Produção Agrícola Municipal: culturas temporárias e permanentes 2002, editada pelo IBGE, para obtermos informações estat ísticas a respeito do assunto em âmbito nacional.
Diouf ressaltou que enquanto a população mundial cresce cada vez mais, a área e a quantidade de água dedicadas à produção de arroz vêm diminuindo. Entretanto, medidas para reverter essa situação já estão sendo tomadas.
O Banco de Desenvolvimento Africano, por exemplo, aprovou liberação de verba no valor de 37 milhões de dólares para um programa que promove a produção de espécies africanas de arroz cruzadas com tipos asiáticos de alto rendimento.
A FAO também realiza, entre os dias 12 e 13 de fevereiro de 2004, a Conferência Mundial sobre o Arroz, em sua sede, em Roma (Itália), para discutir questões sobre a economia mundial do arroz e o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis baseados no arroz.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.
Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.
Muitas nações ainda lutam entre si.
Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.
Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.
Diálogo entre as civilizações
O Ano de 2001 foi considerado pela Organização das Nações Unidas como o "Ano Internacional do diálogo entre as civilizações". A escolha deste tema justo no início do novo século foi de fundamental importância porque apontou para a urgência de todos os povos do mundo abrirem caminhos para uma cultura da paz.
O objetivo dessa escolha da ONU - que atua como um centro para a solução dos problemas que a humanidade enfrenta - é o de promover o diálogo e a tolerância usando o tema de que a diversidade não é uma ameaça.
São essas as palavras de Kofi Annan (o atual secretário geral da ONU), em relação a essa escolha, para quem a ONU é o lugar próprio e ideal de confraternização, já que é um fórum onde o diálogo deve fluir e frutificar: "Eu vejo que o diálogo é a chance para as pessoas de diferentes culturas e tradições se conhecerem melhor, estejam elas em lados opostos do mundo ou de uma mesma rua".
2004
O Ano Internacional do Arroz Ao declarar 2004 o Ano Internacional do Arroz (AIA), a Organização das Nações Unidas (ONU) pretende estimular o aumento da produção desse alimento vital para mais da metade da população mundial.
O arroz é um alimento de extrema importância na luta contra a fome, além de ser um símbolo de identidade cultural e de união entre os povos. Afinal, quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo compartilham das tradições relacionadas a esse produto.
No sudeste da Ásia, muitos agricultores ainda comparam o grão de arroz a uma pepita de ouro!
No Japão, ele é considerado um autêntico símbolo da cultura nacional.
Na África Ocidental, as boas-vindas aos convidados são feitas com pratos de arroz preparados especialmente para eles.
Enfim, o arroz é cultivado por diversos povos e é alimento diário para muitas pessoas, além de estar presente em festas religiosas, banquetes de casamento, em pinturas e nas letras de canções populares.
Por tudo isso, o arroz é muito mais que um simples alimento. É sociedade, cultura, política, negócio e comunhão. Em outras palavras: arroz é vida.
A produção do arroz no Brasil Tendo em vista que 2004 foi escolhido pela ONU para ser O Ano Internacional do Arroz, bem como a declaração do diretor geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, de que a produção desse alimento no mundo enfrenta graves obstáculos , resolvemos dar uma olhada na publicação Produção Agrícola Municipal: culturas temporárias e permanentes 2002, editada pelo IBGE, para obtermos informações estat ísticas a respeito do assunto em âmbito nacional.
Diouf ressaltou que enquanto a população mundial cresce cada vez mais, a área e a quantidade de água dedicadas à produção de arroz vêm diminuindo. Entretanto, medidas para reverter essa situação já estão sendo tomadas.
O Banco de Desenvolvimento Africano, por exemplo, aprovou liberação de verba no valor de 37 milhões de dólares para um programa que promove a produção de espécies africanas de arroz cruzadas com tipos asiáticos de alto rendimento.
A FAO também realiza, entre os dias 12 e 13 de fevereiro de 2004, a Conferência Mundial sobre o Arroz, em sua sede, em Roma (Itália), para discutir questões sobre a economia mundial do arroz e o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis baseados no arroz.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
CONSCIÊNCIA NEGRA ...
O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da Princesa Isabel.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da Princesa Isabel.
Secretário da Educação de SP quer valorizar professor
Fonte: Gustavo Uribe e Anne Warth - Agência Estado
Voorwald ressaltou que uma das prioridades do novo governo é melhorar a qualidade dos ensinos primário e médio
O novo secretário de Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, disse nesta segunda-feira, 3, que pretende instituir políticas de valorização dos docentes e voltou a defender mudanças no plano de carreira dos professores do ensino público estadual. Voorwald ressaltou que uma das prioridades do novo governo é melhorar a qualidade dos ensinos primário e médio, sem descartar o superior.
"Uma das metas é incentivar e aumentar o corpo de ação das universidades estaduais", destacou, referindo-se a Unicamp, USP e Unesp. O secretário reafirmou a intenção do governo estadual de criar a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), de ensino a distância, com o intuito de aumentar o número de vagas de ensino superior e oferecer cursos profissionalizantes e de formação de professores.
Ele ressaltou que a proposta, neste momento, não é criar uma estrutura física para a nova unidade de ensino, mas que os cursos sejam estruturados e oferecidos pelas três universidades já existentes. O titular da pasta deu como exemplo o curso semipresencial de pedagogia oferecido desde 2010 pela Unesp que, segundo ele, conta com a adesão de 1.350 alunos.
O secretário da Educação chegou ao Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, onde será realizada na manhã de hoje a primeira reunião do secretariado do governo de Geraldo Alckmin (PSDB). O encontro irá discutir a situação financeira de São Paulo e a disponibilidade orçamentária para a nova gestão. O Orçamento para 2011, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo, é de R$ 140,6 bilhões.
A expectativa é de que, ainda na reunião, o governador trace as principais metas para cada secretaria e discuta a composição do segundo escalão da administração estadual (chefes de gabinetes, secretários-adjuntos e presidentes de órgãos e empresas estatais).
Voorwald ressaltou que uma das prioridades do novo governo é melhorar a qualidade dos ensinos primário e médio
O novo secretário de Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, disse nesta segunda-feira, 3, que pretende instituir políticas de valorização dos docentes e voltou a defender mudanças no plano de carreira dos professores do ensino público estadual. Voorwald ressaltou que uma das prioridades do novo governo é melhorar a qualidade dos ensinos primário e médio, sem descartar o superior.
"Uma das metas é incentivar e aumentar o corpo de ação das universidades estaduais", destacou, referindo-se a Unicamp, USP e Unesp. O secretário reafirmou a intenção do governo estadual de criar a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), de ensino a distância, com o intuito de aumentar o número de vagas de ensino superior e oferecer cursos profissionalizantes e de formação de professores.
Ele ressaltou que a proposta, neste momento, não é criar uma estrutura física para a nova unidade de ensino, mas que os cursos sejam estruturados e oferecidos pelas três universidades já existentes. O titular da pasta deu como exemplo o curso semipresencial de pedagogia oferecido desde 2010 pela Unesp que, segundo ele, conta com a adesão de 1.350 alunos.
O secretário da Educação chegou ao Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, onde será realizada na manhã de hoje a primeira reunião do secretariado do governo de Geraldo Alckmin (PSDB). O encontro irá discutir a situação financeira de São Paulo e a disponibilidade orçamentária para a nova gestão. O Orçamento para 2011, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo, é de R$ 140,6 bilhões.
A expectativa é de que, ainda na reunião, o governador trace as principais metas para cada secretaria e discuta a composição do segundo escalão da administração estadual (chefes de gabinetes, secretários-adjuntos e presidentes de órgãos e empresas estatais).
Receita de Ano Novo, de Carlos Drummond de Andrade
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
2011
As chamadas festas se passaram e a cotidiano toma conta de nós. Assisti a posse da Presidenta da República com minha família, pais e Enzo. Confesso que fiquei bastante emocionada!
Todas as pompas, as autoridades nacionais e internacionais, o tapete vermelho, a entrega da faixa presidencial, a esposa do Vice-Presidente Michel Temer, Sra. Marcela Temer, que roubou a cena com sua beleza e a divulgação dos indicados para os ministérios.
Fiz um recorte de uma notícia publicada no site da Yahoo, 03.jan.2011.
Convidou-o a ler.
Gabinete de Dilma tem 9 mulheres e 15 ex-ministros de Lula
Brasília, 1 jan (EFE).- O gabinete da presidente brasileira, Dilma Rousseff, tem nove mulheres entre os 37 membros e 15 ministros herdados do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva ou que já ocuparam esse cargo nos últimos oito anos.
Os 37 ministros de Dilma assumiram os cargos neste sábado de forma coletiva, logo depois de a presidente eleita ter recebido o poder das mãos de Lula, quem deixou sua forte marca na equipe de sua sucessora.
O mais influente dos ministros que foram ratificados por Dilma na área econômica é Guido Mantega, homem da maior confiança de Lula e que seguirá à frente da pasta da Fazenda.
Na área política destaque para o retorno de Antonio Palocci, ex-titular da Fazenda, que volta ao Governo como ministro-chefe da Casa Civil, cargo que a própria Dilma usou como catapulta para as eleições de outubro.
Lista completa e perfis dos 37 membros do gabinete de Dilma:
Ministérios:
- Casa Civil: Antonio Palocci. Médico. 50 anos. Foi ministro da Fazenda no Governo Lula entre 2003 e 2006, quando renunciou devido às denúncias de corrupção pelos quais foi julgado e declarado inocente. Seu cargo é o mais importante do gabinete e funciona como uma espécie de grande coordenação do Governo.
- Relações Exteriores: Antonio Patriota. Diplomata. 56 anos. Discípulo do chanceler, Celso Amorim, de quem foi até agora vice-chanceler. Foi embaixador nos Estados Unidos (2007-2009) e ocupou diversos cargos em Caracas, Pequim e na ONU.
- Fazenda: Guido Mantega. Economista. 61 anos. Foi ministro do Planejamento, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e titular de Fazenda durante o Governo Lula e permanecerá neste último cargo com Dilma.
- Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Fernando Pimentel. Economista. 59 anos. Foi prefeito de Belo Horizonte e integrou a equipe do comando da campanha eleitoral de Dilma.
- Agricultura: Wagner Rossi. Empresário e político. 67 anos. Se mantém no mesmo cargo que ocupa desde março de 2009 no Governo Lula.
- Desenvolvimento Agrário: Afonso Florence. Historiador. 56 anos. Mais dedicado à vida acadêmica e ao sindicalismo do que à política.
- Minas e Energia: Edison Lobão. Jornalista e advogado. 74 anos. Na política desde que foi eleito senador em 1987. Foi ministro de Minas e Energia entre janeiro de 2008 e março deste ano, quando renunciou para concorrer outra vez ao Senador.
- Planejamento: Miriam Belchior. Engenheira. 52 anos. Ocupou diversas funções no Governo Lula e desde março coordena o ambicioso plano de infraestrutura.
- Integração Nacional: Fernando Bezerra Coelho. Político. 53 anos. Foi deputado e até agora era secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco.
- Defesa: Nelson Jobim. Jurista. 64 anos. Foi presidente do Supremo Tribunal e ministro da Justiça durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2003). Em 2007 foi convocado por Lula para ocupar o cargo que mantém no Governo de Dilma.
- Desenvolvimento Social: Tereza Campelo. Economista. 48 anos. Mulher da absoluta confiança de Dilma, junto a quem trabalhou em diversos cargos durante os últimos 20 anos.
- Educação: Fernando Haddad. Filósofo. 47 anos. Tem uma longa carreira acadêmica. Permanece no cargo que ocupa desde julho de 2005 e mantém uma estreita relação com Lula.
- Saúde: Alexandre Padilha. Médico. 39 anos. Foi ministro das Relações Institucionais com Lula desde setembro de 2007.
- Trabalho: Carlos Lupi. Administrador. 53 anos. Nomeado ministro do Trabalho por Lula em março de 2007, permanece no cargo com Dilma.
- Previdência Social: Garibaldi Alves. Jornalista. 64 anos. Foi prefeito e desde 1990 mantém uma cadeira no Senado.
- Transportes: Alfredo Nascimento. Matemático. 58 anos. Ocupou esse cargo entre o início de 2007 e março passado, quando renunciou para aspirar a um cargo de governador. Perdeu as eleições e Dilma o nomeou outra vez no mesmo posto.
- Comunicações: Paulo Bernardo. 58 anos. Forjou sua trajetória nos sindicatos bancários e foi ministro do Planejamento desde 2005 no Governo de Lula, quem conhece há três décadas.
- Justiça: José Eduardo Cardozo. Advogado. 48 anos. Milita no PT desde a juventude e é deputado desde 2003. Foi coordenador da campanha de Dilma.
- Meio Ambiente: Izabella Teixeira. Bióloga. 49 anos. Ratificada por Dilma no cargo que ocupa desde abril passado.
- Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante. Economista. 56 anos. Influente líder do PT e senador desde 2002. Em 1994 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada por Lula.
- Cultura: Ana de Hollanda. Cantora e compositora. 62 anos. É irmã do cantor Chico Buarque e dirigiu o Centro de Música da Fundação Nacional da Arte.
- Esportes: Orlando Silva. Político. 40 anos. Foi ratificado por Dilma no cargo que ocupa desde março de 2006.
- Turismo: Pedro Novais. Advogado. 80 anos. Foi deputado durante cinco legislaturas seguidas.
- Cidades: Mário Negromonte. Advogado. 60 anos. É deputado desde 1995.
- Relações Institucionais: Luiz Sérgio Nóbrega. Político. 52 anos. Deputado desde 1999.
Secretarias ou outros organismos com categoria de ministro:
- Banco Central: Alexandre Tombini. Economista de 48 anos. Trabalha há mais de uma década no Banco Central, onde até agora era diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro.
- Secretaria Geral da Presidência: Gilberto Carvalho. Filósofo de 59 anos. Foi chefe de gabinete de Lula, com quem mantém uma estreita amizade desde a fundação do PT, da qual participou como membro de organizações de base da Igreja Católica.
- Direitos Humanos: Maria do Rosário. Pedagoga. 44 anos. Especialista em estudos sobre violência doméstica.
- Igualdade Racial: Luiza Bairros. Socióloga. 57 anos. Histórica militante do movimento dos afrodescendentes do Brasil.
- Políticas para as Mulheres: Iriny Lopes. 54 anos. Dedicou sua vida à política e pertence às correntes mais radicais do PT.
- Pesca: Ideli Salvatti. Física. 58 anos. Uma das fundadoras do PT no estado de Santa Catarina e senadora desde 2003.
- Portos: Leônidas Cristino. Engenheiro. 53 anos. Até agora era prefeito da cidade nordeste de Sobral.
- Assuntos Estratégicos: Moreira Franco. Sociólogo. 66 anos. Foi governador do Rio de Janeiro entre 1987 e 1991.
- Comunicação Social: Helena Chagas. Jornalista. 49 anos. Trabalhou no grupo Globo e no canal de televisão SBT e foi diretora de jornalismo da estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
- Advocacia Geral da União: Luís Inácio Lucena Adams. Advogado. 45 anos. Permanece no cargo que ocupa desde outubro de 2009.
- Contraloria Geral da União: Jorge Hage. Advogado. 72 anos. Também segue no cargo que assumiu em junho de 2006.
- Segurança Institucional: José Elito Carvalho Siqueira. General do Exército. 64 anos. Comandou as tropas de paz da ONU no Haiti durante o ano de 2006. EFE
Todas as pompas, as autoridades nacionais e internacionais, o tapete vermelho, a entrega da faixa presidencial, a esposa do Vice-Presidente Michel Temer, Sra. Marcela Temer, que roubou a cena com sua beleza e a divulgação dos indicados para os ministérios.
Fiz um recorte de uma notícia publicada no site da Yahoo, 03.jan.2011.
Convidou-o a ler.
Gabinete de Dilma tem 9 mulheres e 15 ex-ministros de Lula
Brasília, 1 jan (EFE).- O gabinete da presidente brasileira, Dilma Rousseff, tem nove mulheres entre os 37 membros e 15 ministros herdados do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva ou que já ocuparam esse cargo nos últimos oito anos.
Os 37 ministros de Dilma assumiram os cargos neste sábado de forma coletiva, logo depois de a presidente eleita ter recebido o poder das mãos de Lula, quem deixou sua forte marca na equipe de sua sucessora.
O mais influente dos ministros que foram ratificados por Dilma na área econômica é Guido Mantega, homem da maior confiança de Lula e que seguirá à frente da pasta da Fazenda.
Na área política destaque para o retorno de Antonio Palocci, ex-titular da Fazenda, que volta ao Governo como ministro-chefe da Casa Civil, cargo que a própria Dilma usou como catapulta para as eleições de outubro.
Lista completa e perfis dos 37 membros do gabinete de Dilma:
Ministérios:
- Casa Civil: Antonio Palocci. Médico. 50 anos. Foi ministro da Fazenda no Governo Lula entre 2003 e 2006, quando renunciou devido às denúncias de corrupção pelos quais foi julgado e declarado inocente. Seu cargo é o mais importante do gabinete e funciona como uma espécie de grande coordenação do Governo.
- Relações Exteriores: Antonio Patriota. Diplomata. 56 anos. Discípulo do chanceler, Celso Amorim, de quem foi até agora vice-chanceler. Foi embaixador nos Estados Unidos (2007-2009) e ocupou diversos cargos em Caracas, Pequim e na ONU.
- Fazenda: Guido Mantega. Economista. 61 anos. Foi ministro do Planejamento, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e titular de Fazenda durante o Governo Lula e permanecerá neste último cargo com Dilma.
- Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Fernando Pimentel. Economista. 59 anos. Foi prefeito de Belo Horizonte e integrou a equipe do comando da campanha eleitoral de Dilma.
- Agricultura: Wagner Rossi. Empresário e político. 67 anos. Se mantém no mesmo cargo que ocupa desde março de 2009 no Governo Lula.
- Desenvolvimento Agrário: Afonso Florence. Historiador. 56 anos. Mais dedicado à vida acadêmica e ao sindicalismo do que à política.
- Minas e Energia: Edison Lobão. Jornalista e advogado. 74 anos. Na política desde que foi eleito senador em 1987. Foi ministro de Minas e Energia entre janeiro de 2008 e março deste ano, quando renunciou para concorrer outra vez ao Senador.
- Planejamento: Miriam Belchior. Engenheira. 52 anos. Ocupou diversas funções no Governo Lula e desde março coordena o ambicioso plano de infraestrutura.
- Integração Nacional: Fernando Bezerra Coelho. Político. 53 anos. Foi deputado e até agora era secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco.
- Defesa: Nelson Jobim. Jurista. 64 anos. Foi presidente do Supremo Tribunal e ministro da Justiça durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2003). Em 2007 foi convocado por Lula para ocupar o cargo que mantém no Governo de Dilma.
- Desenvolvimento Social: Tereza Campelo. Economista. 48 anos. Mulher da absoluta confiança de Dilma, junto a quem trabalhou em diversos cargos durante os últimos 20 anos.
- Educação: Fernando Haddad. Filósofo. 47 anos. Tem uma longa carreira acadêmica. Permanece no cargo que ocupa desde julho de 2005 e mantém uma estreita relação com Lula.
- Saúde: Alexandre Padilha. Médico. 39 anos. Foi ministro das Relações Institucionais com Lula desde setembro de 2007.
- Trabalho: Carlos Lupi. Administrador. 53 anos. Nomeado ministro do Trabalho por Lula em março de 2007, permanece no cargo com Dilma.
- Previdência Social: Garibaldi Alves. Jornalista. 64 anos. Foi prefeito e desde 1990 mantém uma cadeira no Senado.
- Transportes: Alfredo Nascimento. Matemático. 58 anos. Ocupou esse cargo entre o início de 2007 e março passado, quando renunciou para aspirar a um cargo de governador. Perdeu as eleições e Dilma o nomeou outra vez no mesmo posto.
- Comunicações: Paulo Bernardo. 58 anos. Forjou sua trajetória nos sindicatos bancários e foi ministro do Planejamento desde 2005 no Governo de Lula, quem conhece há três décadas.
- Justiça: José Eduardo Cardozo. Advogado. 48 anos. Milita no PT desde a juventude e é deputado desde 2003. Foi coordenador da campanha de Dilma.
- Meio Ambiente: Izabella Teixeira. Bióloga. 49 anos. Ratificada por Dilma no cargo que ocupa desde abril passado.
- Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante. Economista. 56 anos. Influente líder do PT e senador desde 2002. Em 1994 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada por Lula.
- Cultura: Ana de Hollanda. Cantora e compositora. 62 anos. É irmã do cantor Chico Buarque e dirigiu o Centro de Música da Fundação Nacional da Arte.
- Esportes: Orlando Silva. Político. 40 anos. Foi ratificado por Dilma no cargo que ocupa desde março de 2006.
- Turismo: Pedro Novais. Advogado. 80 anos. Foi deputado durante cinco legislaturas seguidas.
- Cidades: Mário Negromonte. Advogado. 60 anos. É deputado desde 1995.
- Relações Institucionais: Luiz Sérgio Nóbrega. Político. 52 anos. Deputado desde 1999.
Secretarias ou outros organismos com categoria de ministro:
- Banco Central: Alexandre Tombini. Economista de 48 anos. Trabalha há mais de uma década no Banco Central, onde até agora era diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro.
- Secretaria Geral da Presidência: Gilberto Carvalho. Filósofo de 59 anos. Foi chefe de gabinete de Lula, com quem mantém uma estreita amizade desde a fundação do PT, da qual participou como membro de organizações de base da Igreja Católica.
- Direitos Humanos: Maria do Rosário. Pedagoga. 44 anos. Especialista em estudos sobre violência doméstica.
- Igualdade Racial: Luiza Bairros. Socióloga. 57 anos. Histórica militante do movimento dos afrodescendentes do Brasil.
- Políticas para as Mulheres: Iriny Lopes. 54 anos. Dedicou sua vida à política e pertence às correntes mais radicais do PT.
- Pesca: Ideli Salvatti. Física. 58 anos. Uma das fundadoras do PT no estado de Santa Catarina e senadora desde 2003.
- Portos: Leônidas Cristino. Engenheiro. 53 anos. Até agora era prefeito da cidade nordeste de Sobral.
- Assuntos Estratégicos: Moreira Franco. Sociólogo. 66 anos. Foi governador do Rio de Janeiro entre 1987 e 1991.
- Comunicação Social: Helena Chagas. Jornalista. 49 anos. Trabalhou no grupo Globo e no canal de televisão SBT e foi diretora de jornalismo da estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
- Advocacia Geral da União: Luís Inácio Lucena Adams. Advogado. 45 anos. Permanece no cargo que ocupa desde outubro de 2009.
- Contraloria Geral da União: Jorge Hage. Advogado. 72 anos. Também segue no cargo que assumiu em junho de 2006.
- Segurança Institucional: José Elito Carvalho Siqueira. General do Exército. 64 anos. Comandou as tropas de paz da ONU no Haiti durante o ano de 2006. EFE
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